Relatos #6 - Criaturas

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Relatos #6 - Criaturas

Mensagem por Bruno Ottoni em Dom 29 Dez 2013 - 21:11


"Em todo o mundo, desde as mais remotas épocas, existem relatos sobre o avistamento de criaturas fantásticas e que não existem em nosso mundo, bem como também a ocorrência do desaparecimento de pessoas sem deixar rastros, sendo em alguns casos, com testemunhas ao redor. Segundo os cientistas, portais que ligariam nosso mundo à outras dimensões, existem, como no caso dos "buracos negros".
Poderiam esses misteriosos portais se abrirem aleatóriamente em posições geográficas distintas, em momentos inesperados e permitir a entrada em nosso mundo de criaturas de outras épocas ou de dimensões paralelas à nossa?"


De acordo com o testemunho de diversas pessoas pelo mundo, e através do relato a seguir, isso realmente pode acontecer!
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Bem, sou nascida e criada no interior de São Paulo, portanto, sou uma capiau da gema!
Aqui, mais precisamente nas cidades da região do Vale do Paraíba do Sul, é muito comum haver diversas histórias de assombrações, sendo que esses famosos "causos" estão presentes na cultura desta região altamente religiosa.
Porém, é preciso discernimento para filtrar os relatos e separar dentre eles os que são lendas, fatos que a priori parecem inexplicáveis, mas têm fundamento racional, e o que é realmente fantástico (este é a nata), principalmente quando são relatados por pessoas sensatas e idôneas, que se refere ao caso que relatarei agora.
Há quinze anos conheci uma família, cujos filhos são meus amigos do coração.
Dona Valéria e Seu Acácio (nomes fictícios) foram nossos vizinhos e seus cinco filhos: Thiago (nome fictício também) se tornou muito amigo meu e de meu irmão.
Meu irmão e Thiago, o filho mais velho, protagonizaram um fato muito estranho: como os dois são músicos, certa tarde foram ensaiar na casa de outro menino.
Quando anoiteceu, eles voltaram para casa, e para isso teriam que passar por um campinho de futebol.
Nesse campo naturalmente havia algumas árvores.
Meu irmão contou que enquanto eles vinham, começaram a escutar estalinhos e sentir que alguém estivesse tacando coisas como algumas sementes de dendê neles.

Injuriados, eles procuraram no campo (segundo contam, estava anoitecendo, mas não estava totalmente escuro, além de que o local é bem iluminado apesar de ser um campo) por algum possível moleque que poderia estar aprontando com eles.
Até que eles se arrepiaram ao verem que em uma das árvores havia um ser peludo semelhante a um gorila, o qual ficava jogando estas coisinhas neles.
Argumentei com eles que este é um comportamento natural dos símios (embora eu nunca tivesse ouvido falar que alguém possuísse um macaco daquele porte nas redondezas), e que era alguém tirando onda deles.
Mas meu irmão contou que, com medo, eles passaram correndo para o outro lado da rua, e que o tal macaco não fazia nenhum barulho, não gritava ou grunhia, e nem pulou para atacá-los. 
Quando eles tentaram olhar para o bicho, ele havia sumido.
Thiago e meu irmão são algumas das pessoas mais medrosas que euconheço, e eles assumem isso!
Imaginem só o que eles passaram!

A dona Valéria, mãe do Thiago, também conta um causo incrível:
Quando ela e as irmãs eram adolescentes, era comum os jovens ficarem até tarde conversando e brincado nas casas uns dos outros (isto é comum até hoje) e certa noite, elas estavam sentadas na rua (Rua João Renaudim, na cidade de Lorena) conversando, quando de repente, (nas palavras dela) passou uma cena dos filmes “Lawrence da Arábia”, ou “Mar de Fogo”; ou melhor, uma cena de cinema 3D na frente dela: um bando de tuaregues com seus cavalos, suas roupas e turbantes passou correndo pelas ruas, chegando até alguns cavalos a subir nas calçadas; o que fez com que as meninas saíssem correndo e gritando para dentro de casa com medo dos cavalos. Segundo disse-me, elas sentiram até o cheiro de cocô de cavalo.
Mas segundo ela, não havia nenhuma pegada, rastro ou estrume dos cavalos.
E o pior, NINGUÉM ouviu ou sentiu nada a respeito do bando de cavalos galopando pelas pequenas ruas da cidade.
Somente elas foram testemunhas dos fatos.

Uma espécie de portal dimensional? Mas que portal geograficamente esquisito! Pois o Brasil está um tanto distante do Oriente e da África, não é mesmo? Seriam estes supostos portais capazes de distorcer a equação Tempo X Espaço? Voltando ao assunto do macaco, um parente meu também já viu algo parecido, pulando nas árvores que havia na frente de nossa casa.
Mas a testemunha dizia que ele pulava no chão, nos muros e voltava para as árvores.
Quando ele ficou parado um tempo para tentar identificar melhor, e tentou se aproximar, o ser sumiu.
São coisas estranhas. Mas como não testemunhei, não posso afirmar do que se trata estes fatos. Mas são muito estranhos!
Os casos ligados a portais interdimensionais são discutidos em vários níveis acadêmicos, mas o que realmente existe por trás dessas misteriosas passagens, ainda não foi descoberto.
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